Finding Carter

Eu gosto de quase todo tipo de seriado, inclusive aqueles voltados para o público adolescente. Pretty Little Liars, por exemplo, é uma das atuais que eu acompanho. Gostava bem mais no começo, mas já dava prever que muitas temporadas girando em volta de um mesmo mistério (quem é A?) deixaria a história cansativa. Como não sou de largar seriado pela metade, continuo acompanhando, mesmo que não tão entusiasmadamente.

Mas a série sobre a qual vim escrever hoje é outra. Li a sinopse de Finding Carter em algum lugar, achei meio interessante e fui ver como é. Acabei adorando muito o seriado, tanto que estou aqui recomendando!

Sinopse: Carter tem 16 anos quando descobre que foi raptada com apenas três. Mas a parte mais complicada nisso tudo é que a sequestradora é aquela que ela sempre chamou de mãe. Então Carter vai morar com sua família biológica, mas sente falta de Lori (que a sequestrou) e tem resistência em aceitar a mãe, Elisabeth. Um vídeo vale mais do que mil palavras, então entendam um pouco mais do seriado assistindo a promo do primeiro episódio:

Esse é o tipo de seriado que eu gosto, tem um pouquinho de drama, mas é bem leve. Os personagens são imensamente carismáticos. Até a Carter, que sabe ser bem chatinha quando quer. O mais legal da série é que os roteiristas não tentam rotular bons ou maus personagens, mas são todos seres humanos, com todas as partes boas e defeitos.

O seriado é uma produção da MTV e tem como protagonista a atriz Kathryn Prescott, que interpreta Carter. Eu nunca vi Skins, mas já li por aí que a atriz tinha um papel bem popular na série. Em Finding Carter, a personagem de Kathryn tem uma irmã gêmea (interpretada por Anna Jacoby-Heron). A escolha da irmã gêmea de Kathryn na vida real (que também atua em Skins) seria mais óbvia, mas não foi a dos produtores. O propósito era mesmo mostrar as diferenças físicas e de personalidade das duas irmãs, criadas de maneiras bem diferentes.

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