Finding Carter

Eu gosto de quase todo tipo de seriado, inclusive aqueles voltados para o público adolescente. Pretty Little Liars, por exemplo, é uma das atuais que eu acompanho. Gostava bem mais no começo, mas já dava prever que muitas temporadas girando em volta de um mesmo mistério (quem é A?) deixaria a história cansativa. Como não sou de largar seriado pela metade, continuo acompanhando, mesmo que não tão entusiasmadamente.

Mas a série sobre a qual vim escrever hoje é outra. Li a sinopse de Finding Carter em algum lugar, achei meio interessante e fui ver como é. Acabei adorando muito o seriado, tanto que estou aqui recomendando!

Sinopse: Carter tem 16 anos quando descobre que foi raptada com apenas três. Mas a parte mais complicada nisso tudo é que a sequestradora é aquela que ela sempre chamou de mãe. Então Carter vai morar com sua família biológica, mas sente falta de Lori (que a sequestrou) e tem resistência em aceitar a mãe, Elisabeth. Um vídeo vale mais do que mil palavras, então entendam um pouco mais do seriado assistindo a promo do primeiro episódio:

Esse é o tipo de seriado que eu gosto, tem um pouquinho de drama, mas é bem leve. Os personagens são imensamente carismáticos. Até a Carter, que sabe ser bem chatinha quando quer. O mais legal da série é que os roteiristas não tentam rotular bons ou maus personagens, mas são todos seres humanos, com todas as partes boas e defeitos.

O seriado é uma produção da MTV e tem como protagonista a atriz Kathryn Prescott, que interpreta Carter. Eu nunca vi Skins, mas já li por aí que a atriz tinha um papel bem popular na série. Em Finding Carter, a personagem de Kathryn tem uma irmã gêmea (interpretada por Anna Jacoby-Heron). A escolha da irmã gêmea de Kathryn na vida real (que também atua em Skins) seria mais óbvia, mas não foi a dos produtores. O propósito era mesmo mostrar as diferenças físicas e de personalidade das duas irmãs, criadas de maneiras bem diferentes.

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Última temporada de The Killing

Sexta-feira os seis episódios finais de The Killing chegaram ao Netflix. Eu já gosto desse site, mas o fato de eles terem produzido uma temporada final pra série me fez gostar ainda mais. O terceiro ano deixou várias pontas soltas e seria decepcionante não saber o que aconteceu depois.

Estes seis episódios trazem um novo caso para ser resolvido por Holder e Linden, enquanto mostra as consequências das recentes escolhas da dupla de detetives. Sem spoilers, basta dizer que os fãs da série podem ficar tranquilos, porque a última temporada fechou bem a história e não deixou (quase) nada no ar.

No vídeo:  uma retrospectiva das três temporadas passadas e algumas pistas do quarto e último ano.

Quem já está com saudade do estilo deste seriado, pode ficar interessado no novo Gracepoint, que tem algumas similaridades: é baseado em um seriado britânico (The Killing é baseado na série dinamarquesa Forbrydelsen), começa com o desaparecimento de uma criança e toda a temporada vai ser baseada na resolução deste caso, além de mostrar o relacionamento da família envolvida no caso e de ter dois detetives como protagonistas.

Era uma vez: novos vícios e pipoca

Quando minhas séries preferidas estão de férias, é hora de encontrar novidades pra me fazer companhia. Ano passado comecei a acompanhar dois seriados inspirados em contos de fadas: Grimm e Once Upon a Time. Contrariando as minhas expectativas, já abandonei o primeiro e estou cada dia mais apaixonada pelo segundo!!

Grimm

Personagens de Contos de fadas envolvidos em crimes, assassinatos e sequestros. Versões meio humanas de vilões-encantados aterrorizam pessoas, enquanto um policial com dons especiais (privilégio que acompanha a descendência Grimm) tenta salvar o mundo. Eu sou apaixonada por seriados que envolvem crimes e mistérios, também adoro a ideia de filmes, séries e afins inspirados em contos infantis, então tinha tudo pra gostar da ideia. Mas por algum motivo não simpatizei com o seriado, parei de ver lá pelo quinto episódio. Mesmo assim, parece que vale a pena ver, já que Grimm não só conquistou audiência suficiente para prosseguir com mais episódios, como também foi indicada para a categoria Nova série dramática favorita, no People choice’s awards.

Status de Grimm: 13º episódio da primeira temporada.

Once Upon a Time

Há muitos e muitos anos, no mundo dos contos de fadas, uma bruxa muito má lançou um terrível feitiço:  todos os moradores do mundo encantado teriam que viver no mundo real, sem lembrar quem são, ou reconhecer seus amigos  e familiares. Mais de 20 anos se passaram, até a filha da Branca de neve (Emma) chegar a Storybrook (cidade na qual o tempo não passa) e começar a movimentar as coisas por lá. Isso traz uma certa inquietação na vida da bruxa má (Regina) que até então levava uma vida tranquila como prefeita da cidade. Henry, filho de Emma e adotado por Regina (nem tanta coincidência assim), é um dos poucos que sabe da verdadeira origem dos moradores de Storybrook, é quem traz Emma para cidade e tenta alertá-la sobre as reais intenções de Regina. Também fazem parte da série personagens como João e Maria, Chapéuzinho vermelho, Grilo falante e Rumpelstiltskin (muito bem interpretado por Robert Carlyle). Todos em versões peculiares e histórias bem escritas.

Status de Once Upon a Time: 14º episódio da primeira temporada

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